Feche os olhos por um instante e imagine a cena: você, taça em mãos, caminhando entre parreirais ao pôr do sol da Chapada Diamantina. Parece coisa de milionário ou de quem herdou terras na Toscana, não é? Pois bem, você não precisa ser o Galvão Bueno para viver essa experiência.
A diferença é que, enquanto o narrador mais famoso do Brasil viu sua paixão pelo vinho virar uma dívida de mais de 1,5 milhão de reais de impostos, você pode transformar o sonho em realidade de forma muito mais charmosa (e rentável).
É exatamente essa a proposta da incorporadora BRL com a Vinícola Vaz: imóveis entre as videiras, com direito a produzir o seu próprio rótulo e ainda rentabilizar o investimento com locação por temporada no Airbnb.
A ideia é proporcionar aos amantes de vinho e interessados em renda passiva a oportunidade de unir o útil ao agradável nos primeiros condomínios vinícolas da Chapada Diamantina. Trata-se de um produto imobiliário que mistura natureza, experiência sensorial e, claro, uma oportunidade de investimento diferenciada.
Exclusividade, sofisticação e um bom vinho: a tríade que, cá entre nós, tem muito mais graça quando pode ser degustada com um pôr do sol de tirar o fôlego, como o da Chapada Diamantina.
Chapada Diamantina é o novo terroir do enoturismo
Chapada Diamantina já é conhecida no mundo inteiro por suas cachoeiras e trilhas, mas começa a escrever um novo capítulo: o do enoturismo.
O Governo do Estado criou recentemente a Rota do Vinho da Chapada, conectando vinícolas, fazendas de frutas vermelhas, cafés especiais e experiências gastronômicas. Na prática, isso coloca a região no mesmo mapa de destinos que o brasileiro de alta renda procura quando pensa em Campos do Jordão ou Gramado – só que aqui, no coração da Bahia.
Além disso, há também a Rota dos Cafés Especiais, com grãos premiados em concursos internacionais, e a Rota das Experiências Sensoriais, que inclui de rosas do deserto a queijos defumados. Parece improvável encontrar mirtilos e framboesas em plena caatinga?

Pois a altitude acima de mil metros faz o clima trabalhar a favor, oferecendo friozinho e terroir perfeito.
Quem já colheu um morango do pé, provou um café especial direto do produtor ou sentiu o aroma fresco das uvas sabe do que estamos falando: experiências sensoriais são o novo luxo. E elas estão sendo cada vez mais procuradas por viajantes do mundo inteiro.
Essa convergência entre turismo e produção local abre um leque de oportunidades: novo destino de serra para o Nordeste, fortalecimento do agroturismo e, ainda, valorização imobiliária.
Morro do Chapéu é o epicentro desse movimento
Se antes o nome “Morro do Chapéu” soava apenas como destino para quem buscava friozinho baiano, hoje ele é sinônimo de transformação imobiliária e turística. Não à toa, Morro do Chapéu ostenta o título de “capital do vinho da Chapada”, com quatro vinícolas em operação e outras três em implantação.

O Caminho dos Vinhos, oficialmente parte da Rota do Vinho, já conecta cinco vinícolas (Vaz, Reconvexo, Sertânia, Santa Maria e Vinhas do Morro) e outros cinco projetos estão em andamento.
A prefeitura, por sua vez, investiu em infraestrutura: portal de acesso, pavimentação, iluminação e sinalização no Caminho dos Vinhos. É ali que os novos empreendimentos vão se conectar diretamente ao que já é referência, como a renomada Vinícola Uvva, em Mucugê, e a própria Vaz, em Morro do Chapéu.
Não por acaso, Morro do Chapéu se consolida como o novo destino de serra do Nordeste. Com clima que pode chegar a 8 graus no inverno, gastronomia local e vinhos premiados, a cidade é hoje um convite não só ao turismo, mas também ao investimento.
Se o vinho é a estrela, o mercado imobiliário é o palco: há demanda crescente por hospedagem, turismo e novas experiências. Não por acaso, a ideia da Cidade Vinícola surge como bairro planejado que conecta vinícolas, hotelaria e áreas de eventos.
Como rentabilizar investindo no modelo dos condomínios vinícolas
Com a valorização da Chapada, surgem novas demandas habitacionais e turísticas. É nesse cenário que entram os condomínios vinícolas.
E onde entra o investidor nessa história? Em um produto que junta o melhor dos mundos: condomínios vinícolas.

Imagem: Vista aérea de onde será implantada a Cidade Vinícola. Casas, chalés e apartamentos, entre as Vinícolas Vaz e a Vinha do Morro, na entrada do Caminho dos Vinhos, em Morro do Chapéu (BA) – BRL Incorp
Com este empreendimento, você compra um imóvel em meio às videiras, com a opção de rentabilizar pelo Airbnb e surfar no boom do turismo de experiência. É um ativo que une qualidade de vida e renda passiva em um só lugar. Você pode ter sua casa entre parreirais e produzir o próprio vinho, alugar o imóvel para turistas que desejam essa experiência única e ainda contar com administração profissional para cuidar de tudo.
Rafael Rios, gestor da BRL Incorp, elenca os cinco pilares que tornam o empreendimento único: conectividade, a revolução do Airbnb, a regularização fundiária, um arcabouço ambiental sólido e a busca por equilíbrio.
“No Brasil, a internet chega antes da energia em muitos lugares, e o trabalho remoto é uma realidade. A revolução do Airbnb tornou o ato de usar, alugar e rentabilizar um imóvel algo mais simples do que nunca. Novas leis trouxeram segurança e destravaram registros históricos na região. O arcabouço ambiental sólido garante que, hoje, empreender sem respeito ao meio ambiente não passa impune. Por fim, saúde mental, natureza e experiências autênticas viraram prioridade para as pessoas.”
Rafael Rios (BRL Incorp)
O primeiro condomínio da parceria BRL e Vinícola Vaz será parte da Cidade Vinícola, bairro planejado de Morro do Chapéu, com unidades prontas, de bangalôs a chalés, pensadas para morar ou alugar por temporada.
A apenas 2,6 km do centro de Morro do Chapéu, o proprietário terá uma localização privilegiada, com acesso direto ao Wine Garden da Vinícola Vaz, prioridade em eventos como as Vindimas e integração com os atrativos locais (queijarias, charcutarias, cafés e frutas vermelhas). Parte do espaço será doada ao município, com áreas de eventos e receptivo turístico, reforçando o vínculo comunitário.
E para quem ainda duvida, basta lembrar: a Chapada já conquistou prêmios internacionais com seus vinhos. Agora, chega a hora de traduzir esse potencial em imóveis que unem experiência, sofisticação e rentabilidade.
No fim, o investidor não leva apenas um pedaço de terra: leva uma experiência, uma marca, um produto turístico. E como todo bom vinho, esse é um ativo que tende a valorizar com o tempo.







